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Alantl Molina (Cuévano, 1977) é um artista mexicano que trabalha em múltiplas disciplinas. O foco atual de sua prática artística é testar as fronteiras entre realidade e ficção e explorar as dinâmicas da identidade pessoal e nacional e os conceitos dos quais as pessoas se valem para sustentá-las.

Como fotógrafo, ele produziu materiais para teatro, para artistas musicais, publicou fotografias com a Reuters e é o curador da exposição Nippon América 日本アメリカ, que foi apresentada em Tóquio em setembro de 2019, será apresentada no Carnaval das Artes de Barranquilla em fevereiro de 2020 e está prevista a visitar cinco países adicionais.

Em seus Fauxtogramas, feitos em colaboração com Paulina Camu, ele usa suas próprias fotografias, de cenas reais, para criar filmes que, sem serem filmados, possuem fotogramas, sinopse, especificações técnicas e anedotas behind-the-scenes.

 

Como músico, participou em filmes como Cabelo ruim (Mariana Rondón, 2013) ganhador do festival de San Sebastian; em documentários como o SEED, The Untold Story, produzido por Marisa Tomei e Marc Turtletaub; musicalizou peças de teatro e programas de televisão e participou de álbuns como o Watina, de Andy Palacio e Umalali, The Garifuna Women's Project. Textos seus apareceram em revistas e antologias de contos mexicanos.

Ele também é um dos participantes do Mosaico Genético en México: una mirada desde las artes, um projeto artístico de divulgação científica em que 80 pessoas da cultura e das artes foram convidadas a fazer um teste de composição ancestral em troca de uma obra em sua disciplina que será usada em uma série de exposições, conversas e conferências para informar o público sobre as implicações e riscos dos testes de ancestralidade.

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